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“Ad Astra” - Em Análise

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Depois de “The Lost City of Z”, James Gray regress aos cinemas com “Ad Astra” um sci-fi épico protagonizado por Brad Pitt. Com as aparições de Tommy Lee Jones, Liv Tyler, Donald Sutherland e Ruth Negga nos papeis secundários, “Ad Astra” é um dos mais ambiciosos filmes deste ano, e um que deverá ser visto por todos os amantes de ficção cientifica. Tendo claramente como influencias filmes como “Solaris" e “2001” e uma narrativa que nos lembra o sombrio livro “Heart of Darkness” de Joseph Conrad, este épico coloca Roy McBride (Pitt) numa missão contra o tempo em que busca pelo paradeiro do seu pai (Lee Jones) enquanto tenta deter um acidente que pode colocar o sistema solar em risco.

A performance de Pitt neste filme distingue-se bastante dos seus trabalhos mais recentes (“como Once Upon a Time in Hollywood”, que ainda se encontra nas salas de cinema). McBride é nos apresentado como um homem confiante embora reservado, que coloca o profissionalismo no seu trabalho de astronauta acima de tudo, o que o leva a perder conexão com as outras pessoas, nomeadamente a sua mulher (Tyler). Pitt traz ao ecrã uma personagem silenciosa e melancólica mas ao mesmo tempo misteriosa e cativante. “Ad Astra” possui uma narrativa mais pessoal do que outra coisa. Embora a salvação do sistema solar seja o ponto de partida do filme, a constante narração e foco na personagem de McBride acima dos outros aspetos da narrativa faz com que “Ad Astra” seja um filme que mergulha na mente do seu protagonista (daí a clara influencia de “Solaris”). 

A composição musica de Max Richter e a cinematografia Hoyte Van Hoytema (que também filmou “Interstellar” de Christopher Nolan) contribuem ainda mais para a criação deste ambiente de isolação pessoal que o filme pretende trazer. “Ad Astra” não procura ser um filme de aventura, mas sim drama que coloca no grande plano a importância das relações interpessoais, e de certa maneira, o seu papel no futuro da humanidade. E nas mãos de James Gray, é nos oferecido um filme não só complexo e fora do comum, mas belo e encantador.

Classificação: ⭐️⭐️⭐️⭐️
Vítor Dutta Gomes

“Downton Abbey” - Em Análise

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Dirigido pelo americano Michael Engler, e quatro anos após o lançamento do episódio final da série, Downton Abbey abre de novo as portas, mas apenas para quem viu previamente as seis temporadas. 

Num visionamento que isola o filme da serie, seguimos a vida da família Crawley nos tardios anos 20 e a sua intensa preparação para a visita da família real britânica. 

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“Pintassilgo” - Em Análise

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O trauma psicológico é dos danos emocionais mais dolorosos que o ser humano pode reter dentro de si, resultando em muitas outras patologias e comportamentos. Assim, torna-se um desafio poder representar narrativamente algo que é tão do interior de uma personagem. Trata-se mais do que simplesmente representar essa experiência de dor e sofrimento emocional ou físico. É penetrar nos medos e exibir todas as conexões que levam ao trauma. É algo que exige grande empatia.

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“It Capítulo Dois″ - Em Análise

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Dois anos depois da estreia de “It”, Andy Muschietti traz-nos a segunda parte (e conclusão) da história de Pennywise e do Losers Club. Num filme de cerca de duas horas e quarenta minutos, é nos trazida a continuação direta do filme de 2017 e é também dado um salto no tempo, para a atualidade, onde as nossas personagens são já adultas. 27 anos depois do seu confronto com Pennywise, as personagens de Beverly, Bill, Richie, Ben Eddie e Stanley são forçadas a regressar à sua cidade natal de Derry após um pedido do seu amigo Mike a avisar que Pennywise voltou, sendo esta a sua oportunidade para destruir a ameaça. Tendo em conta que este filme é uma sequela direta, é difícil não estar sempre a compará-lo com o primeiro, e em termos de terror, é exatamente o mesmo que este segundo capitulo oferece. 

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“Ready or Not” - Em Análise

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Realizado por Matt Bettinellis-Olpin e Tyler Gillet, e com Samara Weaving no papel principal, “Ready or Not” é um filme de terror original e criativo que pega na premissa do jogo das escondidas e lhe dá um twist macabro. Antes do casamento com o seu noivo Alex (Mark O’Brien), Grace (Weaving) visita a sua misteriosa e excêntrica família, os Le Domas, na sua gigante residência - onde mais tarde se celebra o próprio casamento. Procurando aceitação por parte da sua nova família, Grace não sabe o que lhe espera quando estes lhe pedem que se junte a um jogo das escondidas pela casa, e quando dá por isso, vê-se envolvida numa corrida contra a morte.

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Hades: Benedict Cumberbatch e Tom Hiddleston Na Corrida Para o Papel

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A Disney tem vindo a reviver alguns dos seus clássicos. Será ‘Hércules’ o próximo live-action da gigante da animação? 

A realização do filme ainda não foi confirmada pela Disney, mas há rumores de que Alexander Skarsgard ou Trevor Donovan podem dar vida ao famoso semi-deus. Segundo o We Got This Covered, a Disney também já tem em mente quem poderá viver o inimigo Hades. De acordo com fontes do site, a lista de desejos do estúdio inclui: Benedict Cumberbatch e Tom Hiddleston.

Para Hiddleston interpretar um vilão mitológico não é novidade, uma vez que o ator dá vida a Loki, da Marvel. Apesar de Benedict não ter tanto passado com vilões, o We Got This Covered os dois atores poderão oferecer o sarcasmo e o humor que a personagem exige.

Segundo a fonte, a Disney afirma que irão escolher um ator mais velho para desempenhar o papel de Hades, tendo preferência pelos dois atores britânicos. No entanto, é necessário realçar que nenhuma informação foi confirmada pela Disney, sendo apenas um rumor.